top of page

Uso do BYOD em tempos de pandemia

Atualizado: 16 de fev. de 2023


BYOD na pandemia

Apesar do conceito já existir desde o começo da década passada, o BYOD (Bring Your Own Device ou, em português, Traga Seu Próprio Aparelho), foi só a partir de 2018 que ele começou a ganhar força no Brasil, inicialmente nas empresas da área de tecnologia da informação.


O objetivo do BYOD sempre foi dar mais flexibilidade e satisfação ao colaborador. O trabalho nos dispositivos com os quais eles já estão familiarizados traz a sensação de estar em casa. A ideia é promover o conforto nas atividades e melhorar a produtividade.


Há quem defenda que o BYOD já virou UYOD (Use Seu Próprio Dispositivo), dando a entender que o PC ou notebook deva ser usado em qualquer lugar, sem necessariamente “trazer” até um escritório tradicional. E isto faz sentido, já que a pandemia obrigou muita gente a desenvolver suas atividades em casa a partir de seu próprio computador, notebook e semelhantes.


O BYOD na pandemia


O trabalho remoto se tornou relevante nos últimos tempos e tem trazido bons resultados. Por isso, muitas empresas o adotaram e não pretendem deixar essa prática de lado. Já que o covid-19 forçou funcionários a ficar em casa, o BYOD em certos casos passou a ser a única alternativa para que as atividades não fossem prejudicadas.



Além disso, um fato que impulsionou o uso dos dispositivos pessoais dos colaboradores foi a falta de equipamentos que eles pudessem levar para casa. E não foi só isso. Alguns colaboradores não desejam assumir a responsabilidade pela posse dos computadores.

O BYOD (ou UYOD, como queira) mostra dois lados a considerar: o positivo, com todos os seus benefícios, e o negativo, que traz desafios para as organizações. Veja agora:


O lado positivo


O mais óbvio é a chance, para o colaborador, de trabalhar em casa a partir de uma ferramenta personalizada. Outro ponto é que a produtividade pode melhorar, desde que o profissional trabalhe com disciplina. Afinal, é muito fácil se distrair enquanto usamos nosso computador em casa.


Para a empresa, o BYOD em casa representa economia. Se ela utiliza um sistema baseado em nuvem ou outros que podem ser acessados pela internet, é uma boa ideia apostar no trabalho à distância. Isso pode representar redução de custos.


Os desafios


A falta de foco, como dissemos, é o primeiro inimigo do BYOD em casa ou mesmo no escritório. Distrações e atividades do lar podem dificultar a execução das tarefas. Os equipamentos pessoais provavelmente não possuem certas restrições que visam a produtividade, como o acesso a redes sociais, por exemplo.


Depois, aparece a questão da segurança de dados. Para a gestão de TI, pode ser um problema o acesso de dispositivos externos por alguns motivos. Um deles é o acesso irrestrito a informações confidenciais, com consequente sequestro de dados.


Outro ponto importante: como não há um padrão e nem se conhece o tipo de proteção que as máquinas de fora oferecem, é mais difícil impedir a ação de malware, que é a classe de programas maliciosos da qual os vírus fazem parte.


Quanto à adoção, o BYOD é um recurso que precisa ser muito bem estudado. Porém, se é o único método de trabalho que restou por causa da pandemia, então é imperativo tomar todos os cuidados para evitar problemas no uso dos aparelhos pessoais.

Comments


Artigos por categoria

Receba nossa newsletter

Agradecemos sua inscrição!

Promoção Bitdefender
Licenças Microsoft
Simples IP VoIP
bottom of page